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Ainda  não acredito que o grupo que animou o baile no Bailão do Silva na cidade de Penha SC fosse o Grupo Tchê Barbaridade, tal o descompasso e os erros grotescos cometidos durante a execução das músicas, um verdadeiro assassinato musical!

Atravessaram os rítmo, se confundiram com a introdução das músicas, erraram o tom de tal maneira que parecia que o grupo não estava tocando a mesma musica – cada um tocava o que queria. Se pertenciam ao famoso grupo Tchê Barbaridade, não tocaram como profissionais ou pelo menos deixaram transparecer que nunca tocaram junto tal o puchero que fizeram.

Existe uma sigla que os Funkeiros trouxeram a tona MC (music comand) que quer dizer “quem comanda a música” e este lema serve pra qualquer estilo musical tanto musica popular, como na música classica e erudita. Na musica gaucha, quem comanda a musica, ou quem dá o inicio, o rumo e ritmo para que os outros instrumentos saibam o que tocar; é a gaita. Se  o gaiteiro não souber ou não dominar a gaita e as introduções das musicas, o conjunto se perde, e fica tentando adivinhar o a introdução para executar a música. E isto é um transtorno já que a musica não deve parar e vem encarreirada que nem teta de leitoa, e com esta barbaridade, nem o cantor consegue se achar, pois não consegue achar o tom! É preciso profissionalismo, afinal o Tchê Barbaridade tem história e um nome a zelar, e mesmo que seja um baile que o conjunto considere meia-boca, pois foi esta a impressão que deixaram, o público e o contratante devem ser respeitados, independente de local ou região! Ou mandam substitutos bons, ou estes devem ao menos  participarem de ensaios pra não fazer vergonha!

Alguém já viu músicos tocarem sem retorno? Era mais ou menos isto. O gaiteiro tem que ter “topete” e não se achicar!  É ele que dá o inicio da musica, pois se não fizer isto, o grupo fica desamparado, e depois não adianta o Gaiteiro ficar 5 minutos fazendo “cosca” na gaita tocando 3 notas fingindo que é um gaitaço.  Sinceramente, será que o Marcelo Tchê aprovaria o desempenho destes viventes que subiram ao palco representando famoso grupo Tchê Barbaridade?

Ademir Canabarro – para o coxixogaucho.com.br


“UM BOI PRA NÃO ENTRAR. UMA BOIADA PRA NÃO SAIR.”

Aprendemos desde pequenos que a cada momento, a cada oportunidade, temos a opção de escolher. Só o ser humano tem essa virtude, de poder escolher entre duas ou mais opções, de forma livre, soberana e madura. As “escolhas” que os demais seres vivos fazem, sempre serão definidas pelos seus instintos, nunca por suas capacidades de discernimento ou por decisão voluntárias.

No momento em que decidimos, livremente, assumir papéis preponderantes nas instituições, sabemos que muitas situações nos aguardam: umas boas e gratificantes, outras, duras, ásperas, que exigem uma dose de renúncia e firmeza que nos causa desconforto ou tristeza.

O Movimento Tradicionalista Gaúcho (em qualquer das suas instâncias) exige de seus dirigentes clareza de objetivos, honestidade de propósitos e precisão na tomada de decisões. Estas três questões são determinadas basicamente por dois documentos: a Carta de Princípios e o Estatuto das entidades (especialmente o artigo que define os seus objetivos).

A nossa Carta de Princípios, documento basilar, é taxativo e nos determina comportamento ético que não permite personalismos, não aceita desvios de conduta, não suporta ações que tratem a tradição, o folclore ou a cultura em geral de forma inadequada. Não há espaço no meio tradicionalista – segundo a nossa Carta de Princípios – para aqueles que querem se beneficiar ou para aqueles que querem levar vantagem pessoal na exploração dos aspectos organizacionais do Movimento.

Pelear contra iniciativas que somente visam atender a interesses pessoais que visem vantagem financeira, vantagem política, benefícios midiáticos, ou qualquer outra forma de vaidade, é difícil e exige persistência e firmeza. Somente quem se estriba na tradição e na formação sociológica do povo gaúcho poderá enfrentar argumentos que se instalam a partir de oferecimento de vantagens.

Lutar contra aqueles que querem transformar os aspectos culturais da sociedade gaúcha em simples “fazer esportivo” custa muito das nossas energias, mas é um dever de todos aqueles que se dispõem a ser dirigentes. Patrões de CTGs e Piquetes, coordenadores regionais, membros dos mais variados conselhos, presidente do MTG, etc. são pessoas que tem o compromisso moral de defender o Movimento e a tradição gauchesca. Todos são dirigentes por escolha voluntária. Todos decidiram voluntariamente e juramos orgulhosamente: cumprir e fazer cumprir!

De minha parte, vou cumprir o que determinam as normas, até que sejam alteradas ou eliminadas. Vou ser intransigente no que é fundamental para a preservação do Movimento. Vou ser incondicional parceiro de todos os que exigirem e cumprirem tudo aquilo que for destinado à preservação da cultura e das tradições.

Podemos transigir, ser tolerantes ou negociar naqueles aspectos que sejam meras formalidades ou simples elementos de organização, mas jamais vamos aceitar que aspectos fundamentais da tradição e elementos basilares da ética tradicionalista sejam agredidos impunemente. Repito o que tenho dito ao longo destes últimos 20 anos: “meu compromisso é com a tradição e com a história, se não for para preservar a cultura regional e a identidade social do gaúcho, não contem comigo.”


Entrei na briga por vontade própria e bem acompanhado! Dei um boi pra entrar nessa lida e darei uma boiada pra não sair dela antes de cumprir a missão! Espero que todos os tradicionalistas e, especialmente, os dirigentes estejam do meu lado pois a peleia que se avizinha será daquelas que ficam na história.

Manoelito Carlos Savaris
Presidente do MTG
Fonte: Rogério Bastos - Notícias do Tradicionalismo Gaúcho

 

Um Conselho Municipal seja ele de qualquer área, serve de elo entre a comunidade e o poder público. Foi uma maneira de fazer com que a comunidade participasse da gestão do dinheiro público e pudesse fazer valer seus anseios de viver num ambiente melhor. Os conselhos são formados por membros da cominidade e do poder público (paridade). Nas cidade pequenas, é normal o prefeito e sua "troupe" burlar com alguns séquitos esta tal paridade e tal forma que os conselhos existem somente para validar seus atos! E  a seu "bel" prazer, governa a cidade conforme quer, beneficiando este ou aquele amigo. Isto é muito triste.

Mas na grande Porto Alegre, o Conselho Municipal da Cultura depois de se debruçar vários meses sobre os problemas culturais, e fazer inúmeras reuniões com as entidades e população local, elaborou o plano mais adequado para a aplicação das verbas destinadas a cultura. Estes abnegados cidadões doaram seu tempo e conhecimento em busca de soluções para a cultura. Mas ao que parece o "Poder Público" talvez formado por aqueles que não respeitam a democracia e nem a vontade da maioria, querem (ou pretendem) modificar o texto enviado pelos conselheiros. Errou o pulo prefeito! Este conselho não está para brincadeiras, este conselho é formado por pessoas séria e realmente interessadas em uma Porto Alegre melhor! Um prefeito deve saber que está à serviço do povo e não a serviço de seu partido! Tem obrigação de deixar um legado para as próximas gerações. Se  algum outro conselho municipal tú, prefeito, puseste no bolso e ignoraste o conteúdo do documento com este acho que tu vais ter que respeitar. Já conseguiu bastante publicidade. Publicidade negativa!

Prefeito José Fortunati, tú és um "afortunado" por poder contar com pessoas tão séria na formação de um conselho municipal, aproveite! Não te esqueças que tu veio do povo, e para o povo voltará! O poder é efêmero!

 

Ademir Canabarro

Para o www.coxixogaucho.com.br

 

Esporas não vão a fandangos ou bailes, esta ferramenta é muito bem quista nas estancias e fazendas onde a peonada precisa para as lidas do dia a dia. Muitos peões alem das esporas ainda usa o mango para o beiçudo entender quem manda. É ferramenta imprescindives nas gineteadas e domas de baguais xucros. Mas nunca devem ser usadas em bailes ou fandangos por ser considera uma grave e uma afronta aos peões e prendas que estiverem no salão - quando isto acontece em geral, por alguem que exagerou na bebida ou alguem que esta procurando arruaça, o patrão ou dono da casa retira o malacara pra fora mas não sem antes dar um chá de casca de vaca! É ofença grave.

As esporas apenas adentram em um salão em dia de fandango se forem usadas pela invernada artistica onde serão representadas danças tradicionais gaúchas - danças da segunda e terceira geração cito estas duas gerações porque nesta já existiam a figura da prenda. Depois das apresentações os peões podem se entreveirar no fandango, NUNCA SEM ANTES RETIRAREM AS ESPORAS! E atenção para o detalhe; se for uma apresentação onde os peões usaram o chiripá, este também deve ser retirado e trocado pela bombacha. O chiripá também não pode ir a um fandango por ser um traje de época.

Sempre entendi que os cursos de dança gaúcha são os grandes divulgadores da cultura gaúcha, somente na nossa região (Vale do Itajai - SC) devemos ter mais de 60 grupos que a cada 3 meses realiza uma baile de formatura quase sempre de casa cheia! Muito embora estes cursos não tenham nenhum vinculo com o MTG deveriam manter as regras e os compendios das danças e também as maneiras com que um vivente deva frequentar um baile. Dia destes em um bailezito, formatura de um grupo de dança lá na Canhanduba, bairro de Itajai,  de repente notamos alguns peões dançando de esporas, dançaram umas duas marcas e alguem deve ter reclamado, pois se retiraram da pista de dança. Fiquei sabendo que haveria uma apresentação da Invernada artística daquele grupo, mas isto não justifica a grosseira falha! Onde esta o posteiro????!!!! PASMEM!!! O POSTEIRO ERA UM DOS QUE DANÇAVAM DE ESPORAS!!!!!

Outro detalhe importante; Em ambiente coberto, não devem ser usados chapeús, boinas ou bonés, muito menos em um baile gaúcho! E neste mesmo baile, a peonada que estava na recepção estava usando chapéu dentro do salão - como é que vamos exigir que ninguém use chapeu no salão se apeonada do grupo está desrespeitando esta regra de carater social?

Os grupos de dança precisam saber mais da cultura gaúcha e dos bons costumes, não é somente receber as mensalidades e o lucro dos bailes.

 

Ademir Canabarro

A LUSITÂNIA 

LUSITÂNIA, TERRA DOS MAIS QUE NOSSOS ANTEPASSADOS E SIM DOS NOSSOS ANCESTRAIS... 

OS LUSITANOS SÃO OS PAIS DE PORTUGAL E AVÓS DO BRASIL.


O mapa original da Lusitânia compreendia todo o território do atual Portugal e uma boa parte do que está hoje ainda sobre domínio dos espanhóis, mas que a de ser libertada... 

Saiba um pouco mais sobre a nossa RAÇA LUSITANA: 

Dedico este estudo, especialmente as nossas famílias que são aqui a extensão da veia Lusitana: 

Dutra, Silva, Santos, Silveira, Ramos, Nunes, Rocha, Rego, PEREIRA, NOGUEIRA, OLIVEIRA, LOUREIRO, LOBATO, DORNELLES, MORAES, COELHO, LEITE, NETTO, CARVALHAIS, SAMPAIO, ANTUNES, BRAGA, FIGUEIRA, FAGUNDES, MENDONÇA, PINHO, MEIRELES, BORGES, CASTILHOS, FREITAS, TEIXEIRA, ALVES, LORETO, CELESTINO, MACHADO, ORTAÇA, FLORES, CUNHA, ROSA, CANTO, MOREIRA, TRINDADE, PORTELLA, BOTELHO, IPÊ, PINHEIRO, CARVALHO, LIMA, NASCIMENTO, CALIXTO, FERREIRA, GASPAR, MOURA, NÓBREGA, PASSOS, SOUZA, LOPES, CRUZ, CENTENO, PRADE, ANDRADE, PINTO, BANDEIRA, FONSECA, NEVES, MOURA, LUZ, MORAIS, ARRUDA, GUIMARÃES, GÓES, CABRAIS, REIS, FURTADO, FRUTUOSO, AMARAL, RODRIGUES, CORRÊA, CÂMARA, CANABARRO, SIQUEIRA, NÉRES, MATTOS, SEIXAS, MOTA, MELLO, CABRAL, QUEIROZ, CAMARGO, PRADO, PEDROSO, FIRMINO, BASTOS, PASCOAL, CLEMENTE, FIALHO, XAVIER, MENEZES, COUTO, ARAÚJO, FRANCO, DIAS, PILAR, LAGO, LEITÃO, LEÃO, ASSIS, MARTINS, MARQUES, TAVARES, MENDES, LACERDA, SÁ, MONTEIRO... 

E TANTAS OUTRAS FAMÍLIAS LUSITANAS QUE A MAIS DE MEIO MILÊNIO VEM CONSTRUINDO O LUSO MAIOR PAÍS DAS AMÉRICAS, O NOSSO BRASIL!!!

 

A Associação Catarinense dos Grupos de Dança Tradicionalista Gaúcha, já realizou seu primeiro fandango. Baile realizado no dia 12 de Janeiro no Clube Almirante Barroso. Um baile onde se exigia a pilcha completa tanto para pões como para prendas. E, ao contrario do que muitos esperavam, calçou o garrão! E muita gente voltou pra casa sem dançar nenhuma vaneira neste baita fandango. Muitos embora conhecessem as regras, foram com pilcha inadequada "só pra experimentar", ou contando que a força dos pilas fizesse os organizadores relaxarem na exigência. Deram com os burros nágua e perderam uma grande chance de dançar um