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O POETA SÃO-BORGENSE SÉRGIO MATHIAS PEREIRA NO COXIXO

Mantivemos contato com o poeta Sergio Mathias Pereira de São Borja - a terra dos presidentes virá enriquecer o Coxixo Gaúcho com suas poesias campeiras e bagualas, trazendo um pouco mais do gauchismo para os amantes da tradição gaucha e deixando mais vivo ainda o linguajar dos pagos do sul, lá bem no garrão do pais! Inclusive ele acaba de compor uma sobre uma viagem um pouco acidentada..... Quem gosta de poesias gauchescas vai encontrar nos temas do Sergio um manancial de querencia!

 

 

Ademir Canabarro

O GOVERNO AUSENTE NA SEMANA FARROUPILHA

Neste ano durante a Semana Farroupilha a prefeitura da terra dos presidentes abandonou o tradicionalismo justamente na semana dos Festejos Farroupilhas! Em São Borja a prefeitura simplesmente ignorou a Semana Farroupilha, tirou todo e qualquer apoio à cultura do todos os gaúchos - o Galpão Gaucho que fica na praça 15 de Novembro que durante os outros anos tem se mantido aberto e sempre com uma boa programação de todas as emissoras de rádio da cidade, está abandonado parecendo uma tapera. É preciso lembrar que nos ultimos anos o local havia se tornado um ponto de encontro da gauchada justamente por estar bem próximo a chama Crioula e também por ser o centro da cidade de São Borja. Mas neste ano, parece que o prefeito se esqueceu da Semana do Gaucho e, inclusive deu férias pra secretária de turismo bem durante os festejos, e pelo visto, não arrumou substituto (a) para o cargo deixando a cidade Acéfala e distante da cultura. A desculpa, dizem, é por causa das eleições. Mas quanta bobagem! Era só prever esta verba, afinal, todos os anos tem Semana Farroupilha! Bem talvez os votos dos gaúchos não interessem ao candidatos, talvez os gauchos não votem!!!! MAS BAH!!!

 

 

MARCOPOLO FABRICARÁ ÔNIBUS ESPACIAL

Essa gauchada vai longe!!!

 

Marcopolo fabricará ônibus espacial

 

Gaúchos devem chegar em Marte nos próximos 5 anos. Agora é oficial. Já se sabia que a tecnologia espacial estava bem avançada na República Riograndense, mas agora o projeto vai deslanchar.

 

Segundo a Agência Espacial Gaúcha (AEG), a Marcopolo assinou um contrato com o Governo Federal da República dos Pampas para construir a primeira nave gaúcha.

 

A espaçonave terá lugar para 10 viventes e contará com churrasqueira, fogão de campanha, dispensa, dormitórios, bagageiro, quarto de banho e latrina. Já estão confirmados na viagem um gaiteiro e um pandeirista,

que tem os nomes preservados por razões de segurança. De mantimento vai um de tudo - erva-mate, bergamota, rapadura, charque e linguiça do Allembrandt, arroz, feijão preto e de cor, bolacha e principalmente, canha.

 

Segundo o chefe da AEG, Werner Von Fagundes, taura crânio muito inteligente responsável pelos estudos, os americanos jogaram a toalha na corrida espacial porque não tinham o direito de usar a tecnologia para revestimento da nave, já que esta é uma patente gaúcha. Trata-se de uma combinação de casca de cana, de Morungava, barro vermelho, de Santo Ângelo, pedra moura moída (aquela lá do Nhanduí). Segundo os cientistas da Agência Espacial Gaúcha o material resiste a 10 mil graus de temperatura e também pode ser usado na blindagem de tanques de guerra.

 

A propulsão do foguete será à base de uma mistura de cachaça marisqueira de Osório com graspa de Ana Rech. Os pesquisadores gaúchos afirmam que ela é 1000 vezes mais potente do que o combustível atualmente utilizado pela NASA e 3000 vezes mais potente que dinamite.

 

Há décadas que esta tecnologia vem sendo desenvolvida, em segredo, na Estâcia Porteira Fechada, lá perto da estação do Guaçu-boi, no Alegrete. Dizem que os comunista andaram por lá para espionar. Foram mandados embora, no laço, pelo capataz e pelos vigias da estância. Os americanos, que tentavam desenvolver um trabalho parecido, na Área 51, foram convidados a visitar o projeto e tomar uns mate. Gostaram do que viram mas não trouxeram nada de novo ao know-how daqui. Em nota à imprensa os nossos cientistas disseram: Tudo o que nos mostraram não é novidade, e tudo que mostramos a eles, ficaram boiando, de boca-aberta, não entenderam bosta nenhuma. É uma tecnologia anos-luz na frente da deles.

 

Werner Von Fagundes acrescentou: Estamos a passos largos para a conquista de Marte. Não vai 5 anos e teremos gente apeiando por lá. Pelo menos uma prenda já vai junto. Na missão, organizar o primeiro CTG espacial. Vamos em paz, mas pelo sim, pelo não, vai na mala de garupa de cada um, uma carneadeira coqueiro deitado, um trançado de 8 e uma coleção de garrucha. Vai que lá também tem marciano castelhano...

 

Massss crééééédo....!!!!

 

Enviado por Dary Schaeffer - de Erechim

 

DIRETRIZES ATUALIZADA PARA A PILCHA DO GAÚCHO

MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO - DIRETRIZES PARA A PILCHA GAÚCHA
(aprovadas na 76ª Convenção Tradicionalista Gaúcha – 30 de julho de 2011)

Art. 1º - O Movimento Tradicionalista Gaúcho, cumprindo o que determina o parágrafo
único do Art. 1º da Lei n° 8.813 de 10 de janeiro d e 1989, reunido em Convenção Ordinária,
na cidade de Taquara, no mês de julho do ano de 2011, resolveu alterar as DIRETRIZES para
a pilcha gaúcha, com fim de complementá-las e torná-las mais claras.

Art. 2º -  DA PILCHA PARA ATIVIDADES ARTÍSTICAS E SOCIAIS:
Indumentária a ser utilizada nas atividades cotidianas, apresentações artísticas e
participações sociais, tais como bailes, congressos, representações, etc.
I - PILCHA MASCULINA
a) BOMBACHAS:

1) Tecidos: brim (não jeans), sarja (lã), linho, algodão, oxford, microfibra.
2) Cores: claras ou escuras, sóbrias ou neutras, tais como  marrom, bege,
cinza, azul-marinho, verde-escuro, branca, fugindo  as cores agressivas,
fosforescentes, fugindo das cores contrastantes e cítricas, como vermelho,
amarelo, laranja, verde-limão, cor-de-rosa.
3) Padrão: liso, listradinho e xadrez discreto.
4) Modelo: cós largo sem alças, dois bolsos na lateral, com punho abotoado no
tornozelo. 
5) Favos: O uso de favos e enfeites de botões (devem ser do tamanho
daqueles utilizados nas camisas, vedados os de metal) depende da tradição
regional. As bombachas podem ter, nos favos, letras, marcas e botões.
Quando usar favos, deverão ser da mesma cor e tecido da bombacha. Os
desenhos serão idênticos em uma e outra perna
6) Largura: com ou sem favos, coincidindo a largura da perna com a largura da
cintura, ou seja, uma pessoa que use sua bombachas  no tamanho 40,
automaticamente deverá ter, aproximadamente, uma largura de cada perna
de 40 cm de tal forma que não seja confundida com uma calça.
7) Uso: As bombachas deverão estar sempre para dentro das botas
8) Vedações: É vedado o uso de bombachas plissadas e coloridas.
b) CAMISA:
1) Tecido: preferencialmente algodão, tricoline, viscose, linho ou vigela,
microfibra( não transparente), oxford.
2) Padrão: liso ou riscado discreto
3) Cores: sóbrias, claras ou neutras, preferencialmente branca. Evitando cores
agressivas e contrastantes.
4) Gola: social (ou seja, abotoada na frente, em toda a extensão, com gola
atual, com punho ajustado com um ou mais botões).
5) Mangas longas: para ocasiões sociais ou formais, como festividades,
cerimônias, fandangos, concursos.
6) Mangas curtas: para atividades de serviço, de lazer e situações informais.
7) Camiseta de malha ou camisa de gola pólo: exclusivamente para situações
informais e não representativas. Podem ser usadas com distintivo da
Entidade, da Região Tradicionalista e do MTG.
8) Vedações: Vedado o uso de camisas de cetim e estampadas.
c) BOTAS:
1) Material: de couro liso
2) Cores: preto, marrom (todos os tons) ou couro sem tingimento. 
3) Cano: a altura do cano varia de acordo com a região. Normalmente o cano
vai até o joelho.
4) Solado: o solado deve ser de couro, podendo ter meia sola de borracha ou
latex. A altura máxima de um centímetro.(entra em vigor em 1º de janeiro de
2012).
5) Botas “garrão de potro”: são utilizadas exclusivamente com trajes de época.
6) Vedações: é vedado o uso de botas brancas. Proibidos quaisquer tipos de
bordados ou palavras escritas nas botas.
d) COLETE:
1) Uso: se usar paletó poderá dispensar o colete.
2) Modelo: tradicional, sem mangas e sem gola, com uma única carreira de
botões na frente, podendo ser abotoado, ou não. Com a parte posterior
(costas) de tecido leve, ajustado com fivela, de uma cor só, no comprimento
até a altura da cintura.
3) Cor: da mesma cor das bombachas, podendo ser tom sobre tom.
4) Tecido: mesmo tecido e cor das bombachas. 
e) CINTO (GUAIACA):
1) Material: de couro.
2) Guaiacas: de uma a três guaiacas internas ou não.
3) Fivelas: uma ou duas fivelas frontais com, no mínimo, sete cm de largura.
4) Cinto de couro cru: com ou sem guaiacas, mas sempre com uma ou duas
fivelas frontais com, no mínimo, sete cm de largura.
5) Vedação: Cinto com rastra (enfeite de metal com correntes na parte frontal).
f) CHAPÉU:
1) Material: de feltro ou pelo de lebre.
2) Abas: a partir de 6 cm.
3) Copa: de acordo com as características regionais.
4) Barbicacho: de couro ou crina, podendo ter algum enfeite de metal e, ou
fivela para regulagem.
5) Vedação: é vedado o uso de boinas e bonés.
g) PALETÓ
1) Uso: usado especialmente para ocasiões formais. 
2) Cor: A combinação de cor, com as bombachas, deve ser harmoniosa,
evitando cores contrastantes.
3) Vedações: é vedado o uso de túnicas militares substituindo o paletó.
h) LENÇO:
1) Cores: vermelho, branco, azul, verde, amarelo e carijó (nas cores citadas e
ainda, marrom e cinza). 2) Tamanho: no caso do uso com algum tipo de nó, com a medida de 25 cm a
partir deste. Com o uso do passador de lenço, com a medida de 30 cm a
partir deste. 
3) Passadores: de metal, couro ou osso. 
i) FAIXA:
1) Uso: opcional.
2) Cor: lisa, na cor vermelha ou preta de for de lã. Bege cru se for de algodão.
3) Largura:, de 10 a 12 cm.
j) PALA:
1) Uso: opcional. 
2) Tamanho: tamanho padrão, com abertura na gola. 
3) Opções: poderá ser usado no ombro, meia-espalda, atado da direita para a
esquerda, com todos os trajes.
k) ESPORAS:
1) Uso: trata-se de peça utilizada nas lides campeiras. É admissível o uso nas
representações coreográficas de danças tradicionais.
2) Vedação: é vedado o uso em bailes e fandangos.
l) FACA: 
1) Uso: é opcional, para grupos adultos, veteranos e no ENART, nas
apresentações artísticas.
2) Tamanho: de 15 a 30 cm de lâmina
3) Vedação: é vedado o uso nas atividades sociais, exceto apresentações
artísticas.
II - PILCHA FEMININA
a) SAIA E BLUSA OU BATA: 
1) Saia: com a barra no peito do pé, godê, meio-godê ou em panos.
2) Blusa ou bata: de mangas longas, três quartos ou até o cotovelo (vedado o
uso de “boca de sino” ou “morcego”), decote pequeno, sem expor os ombros
e os seios, podendo ter gola ou não.
3) Bordados e pinturas: se utilizados, devem ser discretos. As pinturas com
tintas para tecidos.
4) Tecidos: lisos. Nas Blusas ou batas, mais encorpados.
5) Cores: escolher cores harmoniosas e lisas, esquecendo as  cores fortes,
proibidas as cores berrantes e fosforescentes.
6) Cuidados: Nas apresentações artísticas, o traje feminino deve representar a
mesma classe social do homem.
7) Vedações: enfeites dourados, prateados, pinturas à óleo e purpurinas. 
b) SAIA E CASAQUINHO: 
1) Saia: com a barra no peito do pé, godê, meio-godê ou em panos. 
2) Casaquinho: de mangas longas (vedado o uso de mangas “boca de sino” ou
“morcego”), gola pequena e abotoado na frente. 
3) Bordados e pinturas: se utilizados, devem ser discretos. As pinturas com
tintas para tecidos.
4) Tecidos: lisos. Nas Blusas ou batas, mais encorpados.
5) Cores: escolher cores harmoniosas e lisas, esquecendo as  cores fortes,
proibidas as cores berrantes e fosforescentes.
6) Cuidados: Nas apresentações artísticas, o traje feminino deve representar a
mesma classe social do homem.
7) Vedações: enfeites dourados, prateados, pinturas à óleo e purpurinas. 
8) Roupa de época:  a saia deve ser lisa. O casaquinho poderá ter bordados
discretos.
c) VESTIDO:
1) Modelo: Inteiro e cortado na cintura ou de cadeirão ou ainda corte princesa
com barra da saia no peito do pé, corte godê, meio-godê, franzido,
pregueado, com ou sem babados.
2) Mangas – longas, três quartos ou até o cotovelo, admitindo-se pequenos
babados nos punhos, sendo vedado o uso de “mangas boca de sino” ou
“morcego”.
3) Decote – pequeno, sem expor ombros e seios.
4) Enfeites – de rendas, bordados, fitas, passa-fitas, gregas, viés, transelim,
crochê, nervuras, plisses, favos. É permitida pintura miúda, com tintas para
tecidos. Não usar pérolas e pedrarias, bem como, os dourados ou prateados
e pintura a óleo ou purpurinas.
5) Tecidos - lisos ou com estampas miúdas e delicadas, de flores, listras, petitpoa e xadrez delicado e discreto. Podem ser usados tecidos de microfibra,
crepes, oxford. Não serão permitidos os tecidos brilhosos, fosforescentes,
transparentes, slinck, lurex, rendão e similares.
6) Cores – devem ser harmoniosas, sóbrias ou neutras, evitando-se contrastes
chocantes. Não usar preto, as cores da bandeira do  Brasil e do RS
(combinações)
7) Na categoria mirim: não usar cores fortes (ex: marrom, marinho, verde
escuro, roxo, bordô, pink, azul forte).
d) SAIA DE ARMAÇÃO:
1) Modelo: Leve e discreta, se tiver bordados, estes devem se concentrar nos
rodados da saia, evitando-se o excesso de armação.
2) Cor: branca. 
3) Comprimento: deve ser inferior ao do vestido.
e) BOMBACHINHA: 
1) Modelo: de tecido, com enfeites de rendas discretas.
2) Cor: Branca
3) Cumprimento: abaixo do joelho, sempre mais curta que o vestido.
f) MEIAS: 
1) Cor: branca ou bege 
2) Cumprimento: longas o suficiente para não permitir a nudez das pernas.
g) SAPATOS e BOTINHAS: 
1) Cores: preta, marrom (vários tons de marrom) e bege.
2) Salto: de até 5 centímetros.
3) Modelo: com tira sobre o peito do pé, que abotoe do lado de fora.
4) Vedações: proibido o uso de sandálias e sapatos abertos. h) CABELOS: 
1) Arrumação: podem ser soltos, presos, semi-presos ou em tranças. Para
prendas adultas e veteranas é permitido o coque.
2) Enfeites: com flores naturais ou artificiais, pequeno passador (travessa)
para prendas adultas e juvenis.
3) Vedação: vetados os brilhos, purpurinas e peças de plástico.
i) MAQUIAGEM: 
Discreta, de acordo com a idade e o momento social.
j) JÓIAS: 
1) Cuidados: devem ser sempre discretas, de acordo com a idade, a classe e o
momento social. 
2) Uso da pérola: São permitidas as jóias e semi-jóias com uso de pérolas, nas
cores branco, rosado, creme e champanhe, nos brincos, anéis e camafeus.
3) Uso de Pedras: permitido, desde que sejam discretas.
k) OBSERVAÇÕES:
1) A Categoria Mirim (masculino e feminino) usará pilcha de acordo com o que
prescreve o “Livro de Indumentárias”, editado pelo MTG.
2) Nas apresentações artísticas, o traje feminino deve representar a mesma
classe social e a mesma época retratada na indumentária do homem.
Ar. 3º - DA PILCHA PARA ATIVIDADES CAMPEIRAS:
Indumentária a ser utilizada nas atividades campeiras, tais como rodeios, cavalgadas,
desfiles e outras lidas.
I - PILCHA MASCULINA
a) BOMBACHAS:
1) Tecidos: brim (não jeans), sarja (lã), linho, algodão, oxford, microfibra.
2) Cores: claras ou escuras, sóbrias ou neutras, tais como  marrom, bege,
cinza, azul-marinho, verde-escuro, branca, fugindo  as cores agressivas,
fosforescentes, fugindo das cores contrastantes e cítricas, como vermelho,
amarelo, laranja, verde-limão, cor-de-rosa.
3) Padrão: liso, listradinho e xadrez discreto.
4) Modelo: cós largo sem alças, dois bolsos na lateral, com punho abotoado no
tornozelo. 
5) Favos: O uso de favos e enfeites de botões (devem ser do tamanho
daqueles utilizados nas camisas, vedados os de metal) depende da tradição
regional. As bombachas podem ter, nos favos, letras, marcas e botões.
Quando usar favos, deverão ser da mesma cor e tecido da bombacha. Os
desenhos serão idênticos em uma e outra perna
6) Largura: com ou sem favos, coincidindo a largura da perna com a largura da
cintura, ou seja, uma pessoa que use sua bombachas  no tamanho 40,
automaticamente deverá ter, aproximadamente, uma largura de cada perna
de 40 cm de tal forma que não seja confundida com uma calça.
7) Uso: As bombachas deverão estar sempre para dentro das botas
8) Vedações: É vedado o uso de bombachas plissadas e coloridas.b) CAMISA:
1) Tecido: preferencialmente algodão, tricoline, viscose, linho ou vigela,
microfibra( não transparente), oxford.
2) Padrão: liso ou riscado discreto
3) Cores: sóbrias, claras ou neutras, preferencialmente branca. Evitando cores
agressivas e contrastantes.
4) Gola: social (ou seja, abotoada na frente, em toda a extensão, com gola
atual, com punho ajustado com um ou mais botões).
5) Mangas: longas ou curtas.
6) Camiseta de malha ou camisa de gola pólo: exclusivamente para situações
informais e não representativas. Podem ser usadas com distintivo da
Entidade, da Região Tradicionalista e do MTG.
7) Uso: sempre por dentro das bombachas.
8) Vedações: Vedado o uso de camisas de cetim e estampadas.
c) BOTAS: 
1) Material: de couro liso
2) Cores: preto, marrom (todos os tons), amarelo(baia) ou couro sem
tingimento. 
3) Cano: a altura do cano varia de acordo com a região. Normalmente o cano
vai até o joelho.
4) Solado: o solado pode ser de couro ou borracha com altura máxima de um
centímetro. (em vigor a partir de 1º de janeiro de 2012).
5) Vedações: 
- o uso de botas brancas;
- as fabricadas de borracha ou lona;
- quaisquer tipos de bordados ou palavras escritas nas botas;
- dobrar o cano da bota.
d) CINTO (GUAIACA): 
1) Material: de couro.
2) Guaiacas: de uma a três guaiacas internas ou não.
3) Fivelas: uma ou duas fivelas frontais com, no mínimo, sete cm de largura.
4) Cinto de couro cru: com ou sem guaiacas, mas sempre com uma ou duas
fivelas frontais com, no mínimo, sete cm de largura.
5) Vedação: Cinto com rastra (enfeite de metal com correntes na parte frontal).
e) CHAPÉU:  
1) Material: de feltro ou pelo de lebre.
2) Abas: a partir de 6 cm.
3) Copa: de acordo com as características regionais.
4) Barbicacho: de couro ou crina, podendo ter algum enfeite de metal e, ou
fivela para regulagem.
5) Vedação: chapéus de couro, palha, ou qualquer material sintético. É vedado
o uso de boinas e bonés
f) LENÇO: 
1) Cores: vermelho, branco, azul, verde, amarelo e carijó (nas cores citadas e
ainda, marrom e cinza). 2) Tamanho: no caso do uso com algum tipo de nó, com a medida de 25 cm a
partir deste. Com o uso do passador de lenço, com a medida de 30 cm a
partir deste. 
3) Passadores: de metal, couro ou osso. 
g) FAIXA: 
1) Uso: opcional.
2) Cor: lisa, na cor vermelha ou preta de for de lã. Bege cru se for de algodão.
3) Largura:, de 10 a 12 cm.
h) FACA: 
1) Uso: é opcional para todas as categorias, vedado para a prova de gineteada
e para menores de 15 anos de idade.
2) Tamanho: de 15 a 30 cm de lâmina
i) TIRADOR: 
1) Uso: opcional, exceto para pealar.
2) Modelo: substituirá o cinto quando tiver um reforço na parte superior (cintura)
imitando um cinto, com ou sem guaiacas e com, no mínimo, uma fivela de
tamanho grande (5 a 7cm).
j) ESPORAS: 
1) Uso: obrigatório para as categorias de rapaz, peão, senhor e veterano.
Facultativo para as demais categorias. 
2) Cuidado: Sempre usadas nos calcanhares.
3) Vedação: as rosetas pontiagudas.
II - PILCHA FEMININA
a) BOMBACHAS:
1) Tecidos, cores e Padrão: igual às masculinas.
2) Modelo: Pode ser de estilo feminino, ou seja, com abotoaduras laterais, com
ou sem bolsos.Com punho abotoado no tornozelo. 
3) Favos: opcional. O uso de favos e enfeites de botões (devem ser do tamanho
daqueles utilizados nas camisas, vedados os de metal) depende da tradição
regional. As bombachas podem ter, nos favos, letras, marcas e botões.
Quando usar favos, deverão ser da mesma cor e tecido da bombacha. Os
desenhos serão idênticos em uma e outra perna.
4) Largura: A largura das bombachas, na altura da perna, será,
aproximadamente, a mesma largura da cintura.
5) Uso: As bombachas deverão estar sempre para dentro das botas
6) Vedações: É vedado o uso de bombachas plissadas, bordadas, com pregas
costuradas e coloridas.
b) CAMISA: 
1) Corte: pode ter características femininas, inclusive com  rendas, babados,
etc.
2) Tecido, padrão, cores, gola, mangas: igual às masculinas 3) Camiseta de malha ou camisa de gola pólo: exclusivamente para situações
informais e não representativas. Podem ser usadas com distintivo da
Entidade, da Região Tradicionalista e do MTG.
4) Uso: sempre por dentro das bombachas.
5) Vedações: Vedado o uso de camisas de cetim e estampadas.
c) BOTA: mesmas características da masculina.
d) CINTO (GUAIACA): 
1)  Uso: opcional.
2)  Características: mesmas do cinto masculino.
e) CHAPÉU: 
1) Características: mesmas do masculino, inclusive para o barbicacho.
2) Vedação: chapéus de couro, palha, ou qualquer material sintético. É vedado
o uso de boinas e bonés.
f) LENÇO: 
1) Uso: opcional.
2) Características: mesmas do masculino.
g) FAIXA: 
1) Uso: opcional. 
2) Características: mesmas do masculino.
h) FACA:
1) Uso: opcional. 
2) Características: mesmas do masculino.
i) TIRADOR: 
1) Uso: opcional, exceto para o pealo. 
2) Características: mesmas do masculino.
j) ESPORAS: 
1) Uso: opcional. 
2) Características: mesmas das masculinas.
k) OBSERVAÇÃO: Aconselha-se que, quando a prenda for montar com vestido ou
saia, ela use o selim e não as montarias convencionais.
Art. 4º - DA PILCHA PARA A PRÁTICA DE ESPORTES
I - PILCHA MASCULINA 
a) Obedece as prescrições da pilcha masculina para as atividades campeiras.
b) O uso do chapéu é opcional em todas as situações.
c) É vedado o uso de boinas e bonés.
d) É vedado o uso da faca. II - PILCHA FEMININA 
a) Obedece as prescrições da pilcha feminina para as atividades campeiras, sendo
permitido o uso dos demais trajes femininos descritos nestas diretrizes.
b) O uso do chapéu é opcional em todas as situações.
c) É vedado o uso de boinas e bonés.
d) É vedado o uso da faca.
Art. 5º - INDUMENTÁRIA ALTERNATIVA FEMININA:
I - Conforme determinação da Convenção Tradicionalista Gaúcha, cada Região
Tradicionalista poderá definir trajes alternativos  para uso feminino a serem
utilizados nas seguintes ocasiões:
a) Para situações de trabalho e ou informais;
b) Nas atividades campeiras, participação em eventos campeiros, seja como
concorrente, atividades de organização e serviço de secretaria nos rodeios;
c) Nas atividades esportivas e para a prática dos esportes campeiros tradicionais;
d) Nas atividades ligadas ao CTG núcleo de fortalecimento da cultura gaúcha,
quando a atividade for realizada em áreas externas;
e) Na fase campeira do Entrevero Cultural de Peões;
f) Para atividades festivas diurnas (sem baile) nos CTGs e FECARS;
g) Para exclusiva visitação em eventos como o ENART, Rodeios Artísticos,
Festejos Farroupilhas e outros.
II – Estes trajes não poderão ser utilizados nas seguintes ocasiões:
a) Em situações que tenham caráter de formalidade;
b) Em competições artísticas e, ou culturais,
c) Em palestras, cursos tradicionalistas, seminários;
d) Nas reuniões do Conselho Diretor, de Coordenadores, Encontros Regionais;
e) Na Ciranda Cultural de Prendas, e no Entrevero Cultural de Peões, exceto na
parte campeira;
f) No ENART, quando for concorrente, avaliadora ou apresentadora de palco;
g) Nos Congressos e Convenções Tradicionalistas;
h) Em bailes, fandangos e domingueiras.
III – Características gerais dos trajes alternativos:
a) Vestimenta assemelhada ao vestido, com ou sem casaquinho;
b) Saias calças com peça sobreposta que imite saia;
c) Camisa com ou sem botões dianteiros, com ou sem gola;
d) O calçado será sapatilha, botinha ou bota tradicional
IV – Situações especiais:
a) A BOMBACHA FEMININA é um traje alternativo para  ser usado apenas em
eventos campeiros, esportivos, ou como uniformes para grupos de dança nas
situações informais.
b) OS ABRIGOS não substituem os trajes alternativos. Eles somente serão
utilizados como uniformes das entidades, para passeios ou situações informais.
V – A aprovação dos trajes alternativos: a) As regiões tradicionalistas poderão criar trajes alternativos para uso feminino,
aprovando-os em primeira instância nos Encontros Regionais;
b) Os trajes aprovados no nível regional serão encaminhados à Diretoria do MTG
que, após parecer da Vice-presidência de Cultura, os apresentará para análise e
aprovação, ou não, no Conselho Diretor;
c) Os trajes aprovados pelo Conselho Diretor poderão ser utilizados pela RT
proponente e por qualquer tradicionalista, nas situações descritas nestas
diretrizes;
d) Qualquer RT poderá adotar o uso de traje proposto por outra RT, depois de
comunicar à Diretoria do MTG.
VI – O registro dos trajes alternativos aprovados
a) A diretoria do MTG é responsável pelos registros dos trajes aprovados, na Vicepresidência de Cultura;
b) Após o registro, a Diretoria disponibilizará, no site do MTG, a descrição do traje
aprovado;
c) Até julho de 2011 foram aprovados trajes alternativos propostos pelas 1ª,4ª,5ª,6ª
e 13ª RTs.

Art. 6º - Estas diretrizes entram em vigor nesta data.
Taquara, RS, 30 de julho de 2011

 

Fonte; www.mtg.org.br

SÉTIMA REGIÃO SE MANIFESTA SOBRE CARNAVALESCO EM CTG DA CAPITAL

O PSB (Partido Socialista Brasileiro) realizou reunião no fim de semana em Porto Alegre, quando apresentou novos filiados e pré-candidatos do partido para o próximo pleito.
O evento foi realizado nas dependências do CTG Estância da Azenha na capital gaúcha e contou com a presença da escola Imperadores do Samba.
Na oportunidade, as bailarinas da escola estavam vestidas com trajes pormenorizados utilizados em desfiles e o fato gerou desconforto entre dirigentes do MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho).
A coordenadora da Sétima Região Tradicionalista, Gilda Galeazzi, comentou o assunto na programação. Disse que já encaminhou nota pedindo explicações. No interior do estado quando outros segmentos estão presentes nos centros de tradições existe a cobrança e não pode ser diferente em Porto Alegre.
Outros coordenadores também enviaram suas manifestações ao presidente do MTG.

Fonte: Redação Planalto

Enviado por Hilton Luiz Araldi - de Passo Fundo